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O mártir da caridade

Raimundo Kolbe nasceu em 1894, na Polônia, numa família operária que o introduziu no seguimento de Cristo e, mais tarde, ajudou-o entrar para a família franciscana, onde tomou o nome de Maximiliano Maria.
Ao ser mandado para terminar sua formação em Roma, Maximiliano, fundou o movimento de apostolado mariano chamado 'Milícia da Imaculada'. Mais tarde fundou uma revista mensal intitulada “Cavaleiro da Imaculada. Como sacerdote empenhou-se no apostolado da imprensa e pôde, assim, evangelizar em muitos países.

Aconteceu que diante da fuga de um prisioneiro, os nazistas decidiram que outros dez pagariam com a morte, sendo que um, desesperadamente, caiu em prantos: "Minha mulher, meus filhinhos! Não os tornarei a ver!". Tratava-se de Franciszek, soldado polonês.
Movido pelo amor que vence a morte, São Maximiliano Maria Kolbe dirigiu-se ao oficial nazista com a decisão própria de substituir o pai de família e ajudar a morrer os outros nove e, foi aceita, pois se identificou: "Sou um Padre Católico".
Os 10 prisioneiros foram empurrados numa pequena, úmida e escura cela dos subterrâneos, para morrer de fome. Durante 10 dias Frei Maximiliano conduziu os outros prisioneiros com cânticos e orações, e os consolou um a um na hora da morte. Após esses dias, como ainda estava vivo, recebeu uma injeção letal e partiu para o paraíso. Era o dia 14 de agosto de 1941.
São Maximiliano foi canonizado pelo Papa João Paulo II, como mártir da caridade. Por seu intenso apostolado, é considerado o patrono da imprensa.

 

Pe. Toninho

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